Um psicólogo não adoece – somatiza
Um psicólogo não estuda – sublima
Um psicólogo não fofoca – transfere
Um psicólogo não fuma – tem fixação na fase oral
Um psicólogo não muda de interesse – altera a visão de fundo
Um psicólogo não se engana – tem acto falhado
Um psicólogo não fala – verbaliza
Um psicólogo não conversa – pontua
Um psicólogo não responde – devolve a pergunta
Um psicólogo não desabafa – tem catarse
Um psicólogo não é discreto – é espontâneo
Um psicólogo não dá palpite – oferece alternativa
Um psicólogo não fica triste – sofre angústia
Um psicólogo não acha – intui
Um psicólogo não mente – re-significa
Um psicólogo não “transa” – liberta a libido
As amizades são utopias.
Vocês estão demasiado ocupados com vocês mesmos, a olharem para o vosso umbigo. Quantas foram as vezes que abdicaram de algo em prol de alguém? Não, não acredito que a resposta seja “muitas vezes”. Já não acredito na boa vontade das pessoas. Estão iludidos, vocês não têm amigos. Lamento, mas é essa a verdade (encolho os ombros)… São pessoas, capazes de vos pisarem para subirem na vida, assim como vocês, que olham de lado quando têm mais sucesso que vocês. Invejosos, é isso que todos são.
Apaixonem-se por causas, aprendam a ter sentimentos!
Qualquer dia, e será muito perto do hoje, serão robots. Vivem todos da mesma maneira, com a mesma mediocridade, com o mesmo desprezo pela vida. A única coisa que vos distinguia, a vossa personalidade, é nojenta! Vocês não crescem, estagnam no tempo, não conseguem ser originais, apenas vivem plagiando a maneira de ser do vizinho, ou do que pensam ser padrões. Assim não existem amigos, apenas pessoas capazes de vos deixarem assim como vocês mesmos. São apenas vocês, sozinhos.
E que vergonha e desprezo que tenho pelas pessoas…
(Ou talvez não, noutros dias)
És, única e exclusivamente tu. Contas, irremediavelmente, contigo.
Não esperes por uma palavra vinda do vazio. Não esperes que isso te reconforte, de que valem as palavras se existem os gestos? É isso. As palavras caíram em desgraça por estarem trivializadas, mas parece que os (bons) gestos também… pelo menos nesta época natalícia.
Camuflam-se debaixo de trapos.
Falsificam expressões, mentem com cada gesto.
São tudo quanto não conseguem ser.
Esquecem-se do que são.
E não vivem.
Causa-me uma certa confusão os avisos "consumir de preferência antes do fim de: ver rótulo", "ver data no rótulo" ou mesmo "validade no fundo da embalagem.
Porque é que a porra da informação das calorias vem toda no mesmo sítio e o que verdadeiramente interessa fica no cu de judas?
O que mais me chateia é falar-se em milhões quando se tratam de tranferências de jogadores de elite, e falar-se em décimas quando quando se tratam de paralímpicos.
(Isto revolta-me!)
Se fosse eu, começava a rever a balança de justiça sobre este assunto.
. meio
. Se...
. tu